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Alinhando modernidade e sustentabilidade, Câmara inaugura novo sistema de votação eletrônica

Nova tecnologia foi desenvolvida inteiramente pela Câmara Municipal
Por Vítor Aguiar
segunda-feira, 23 de março, 2026 - 21:20
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A Câmara Municipal de Itapeva ganhou uma nova tecnologia no plenário nesta segunda-feira (23). Na sessão desta noite, os vereadores tiveram um novo sistema de votação eletrônica à sua disposição, podendo registrar seus votos por meio de um tablet. O software de votação foi inteiramente desenvolvido pelo departamento de informática da Câmara, sem custos adicionais.

Por meio desse novo sistema, é possível registrar a presença ou ausência de vereadores, votar (sim, não ou abstenção), acessar a pauta do dia e ler as ementas dos projetos em votação. Além disso, os vereadores também podem usar o software para pedir a palavra e fazer uso do tema livre ou da explicação pessoal. O sistema também conta com um tutorial.

Uma versão específica dessa mesma plataforma, disponível apenas ao presidente, também traz ferramentas para ajudar na condução da sessão. Ele pode, por exemplo, abrir e fechar votações e controlar a ordem das inscrições para uso da tribuna.

Como o processamento e o desenvolvimento são internos, sob responsabilidade do serviro Thiago Lima, programador web da Câmara, qualquer eventual ajuste ou nova funcionalidade podem ser resolvidos com mais facilidade e rapidez, viabilizando um sistema de baixo custo e alinhado com as necessidades específicas dos vereadores e da Câmara.

O vereador Tarzan (PP), por exemplo, apontou uma funcionalidade nova ainda não disponível no sistema, com a possibilidade de alteração do registro de um voto antes do fechamento da votação. Isso deve ser ajustado em breve, mas, ainda assim, ele elogiou o sistema. “É um modelo prático, funcional e que todos os vereadores vão assimilar. Essas eventuais questões de ordem fazem parte da adaptação”, opinou.

Menos papel na Câmara

Além de representar um custo baixo para a Câmara, o novo sistema de votação eletrônica também viabiliza economia e sustentabilidade por meio da redução no uso de papel. A cada sessão, a pauta do dia era impressa em 15 vias (uma para cada vereador), e a retirada disso já deve representar quase 3.500 folhas de papel a menos por ano.

Isso está alinhado diretamente com o objetivo de Câmara Sem Papel, como destacado pelo vereador Ronaldo Coquinho (PL). “É uma tecnologia que vai colaborar muito com o Poder Legislativo. A gente sabe que as sessões gastam muitas folhasq e essa inovação vai colaborar com a sustentabilidade, diminuir o impacto na poluição. Isso vai desenvolver a forma de votar e vai diminuir a quantidade de papel na Câmara”.

Ao todo, três projetos de lei foram aprovados neste primeiro teste da votação eletrônica, com duas votações unânimes e uma registrando uma abstenção. Essas proposituras autorizam o Executivo a negociar o direito de nomeação de eventos e equipamentos públicos (naming rights), alteram para Darzizo Wagner o nome de uma via pública no bairro Fundão e criam um novo cargo de oficial administrativo na estrutura da Câmara.


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